domingo, 20 de dezembro de 2015

M75 APC (31)



O M75 foi um APC desenvolvido para o US Army para substituir os precários transportes de infantaria da Segunda Guerra Mundial, depois que o exército rejeitou a versão APC do M44, excessivamente grande. Produzido entre 1952 e 1954, os M75 serviram na Guerra da Coréia e foram posteriormente doados para a Bélgica como ajuda militar.

O M44 comportava 24 soldados em seu interior mais 3 tripulantes, o que não se adequava a doutrina que previa grupos de combate de 10 infantes, sendo apenas algumas unidades construídas. Em setembro de 1946 foi autorizada o desenvolvimento de um novo veículo denominado T18, que após testes de aceitação entrou em produção como M75. De silhueta excessivamente alta e custo igualmente elevado sua produção foi interrompida após 1.729 unidades.



O M75 compartilha muitos componentes do chassi e suspensão do M41 Walker Bulldog.  Estava potenciado com um motor Continental AO-895-4 de 6 cilindros a gasolina de 295 hps, refrigerado a ar e com cilindros contrapostos. A suspensão é do tipo barras de torção que apoia o veículo sobre 6 pares de rodas laterais, com polia tratora a frente e tensora a retaguarda. Era construído em aço soldado com blindagem que variava de 25 a 50 mm, pesando em condições de combate 19 ton e com configuração interna igual a do M113.

O veículo cruzava a uma velocidade máxima de 69 km/h, e transportando 568 litros de combustível podia alcançar 185 km sem reabastecimento. mede 5,2 m de comprimento; 2,85 m de largura e 2,75 m de altura. Era armado com um metralhadora de 12,7 mm, o motorista tinha periscópios para visão infravermelha , cruzava vaus de 1,22 m; obstáculo vertical de 0,46 m e fossos de 1,68 m, superando rampas com gradiente de 60 por centro.


BMP-1 IFV (30)



O BMP-1 (Boyevaya Mashina Peknoty ou veículo de combate de infantaria),foi o primeiro IFV produzido em massa na antiga URSS, desenvolvido para proporcionar a infantaria avançar com fluidez em meio aos escombros resultantes das futuras guerras nucleares que se travariam, repletas de contaminação radiativa, química e bacteriológica. Entrou em serviço 1966 e permanece ativo até os dias atuais, experimentando combate real pela primeira vez nas mãos de egípcios e sírios na guerra do Yom Kippur em 1973. A experiência adquirida neste conflito permitiu a evolução para as versões posteriores.

Seus ROBs previam mobilidade necessária para que os infantes acompanhassem os carros de combate em meio a terra devastada e velocidade condizente em campo aberto e estradas. Seu armamento deveria destruir veículos leves e ter capacidade de apoio a tropa desembarcada ou não, pois esta deveria poder combater do interior do veículo. A blindagem deveria oferecer proteção contra projéteis de 12,7 mm e fragmentos de artilharia, além de projéteis de até 23 mm na parte frontal.




Sua filosofia de desenvolvimento enfatizou a necessidade de desembarque da infantaria da Segunda Guerra Mundial que era transportada em veículos adaptados, que não permitiam o combate embarcado e não ofereciam proteção NBC, atuando como "táxis de combate", recuando após o desembarque. 

O resultado foi um veículo compacto, com blindagem frontal apresentando perfil muito inclinado que aumenta em muito a probabilidade de ricochete e armadura que proporciona proteção contra projéteis de 12,7 m e fragmentos de artilharia pesados de todas as distâncias, e pode resistir a impactos do canhão Oerlinkon de 20 mm para disparos a mais de 100 m, sendo que esta resistência varia de acordo com a fábrica que o construiu. Nas laterais, teto e parte traseira a proteção é total contra disparos de 7,62 mm e fragmentos de artilharia de intensidade moderada, porém é vulnerável a impactos de 12,7 mm próximos e fragmentos de artilharia pesada. Nos conflitos do Afeganistão e Chechênia as portas traseiras e escotilhas foram perfuradas por munição de 7,62 mm disparadas de 30 a 50 metros, porém em testes estas mesmas portas com os tanque de combustível cheios de areia resistiu a impactos de 12,7 mm. Na Guerra do Golfo esta blindagem demonstrou ser vulnerável ao canhão de 25 mm do Bradley. Em todas as situações a torre resistiu bem, pois além de armadura mais grossa é um alvo pequeno. A armadura da torre varia de 13 (30°) a 23 mm (42°), a frontal é de 7 (80°) a 19 mm (36°), a lateral de 16 (14º a 18 mm (0°), sendo de 33 mm o reparo da arma e a parte superior de 6 mm.




Apresenta pouca proteção contraminas anticarro e IEDs, como se verificou no conflito do Afeganistão, com pesadas perdas de motoristas e comandantes do carro. Motoristas passaram a colocar sacos de areia sob o seu compartimento. A partir de 1982 a variante BMP-1Ds passaram a contar com blindagem adicional no compartimento do motorista e comandante. Sua armadura também é insuficiente contra rojões AC, o que levou os infantes soviéticos  no Afeganistão a usarem a parte superior externa do BMP para se acomodarem.

Construído em aço soldado laminado, o veículo é totalmente anfíbio, podendo atravessar águas calmas apenas a velocidade de 8 km/h com propulsão pelas lagartas, com a proteção dianteira contra ondas erguida, que oferece alguma proteção balística adicional, porém não tem capacidade para desembarque marítimo. O motorista está posicionado a frente no lado esquerdo com o motor a direita, atrás dele posiciona-se o comandante do grupo e operando a torre de armas está o atirador, um grupo de mais 8 infantes é transportado no compartimento traseiro. 8 seteiras mais uma, 4 em cada lateral e uma na porta traseira, permitem que os infantes façam fogo do interior do veículo, que é apertado e não permite o transporte interno de muito equipamento pessoal, que deve ser transportado a retaguarda da torre na parte externa, limitando seu giro. O combustível é acomodado entre os assentos, assim como baterias e ferramental. 4 escotilhas na parte superior permite acesso dos infantes ao exterior, assim como uma porta na parte traseira que também possui tanque de combustível. Atirar pela seteiras com o veículo em movimento requer treinamento apurado, nem sempre disponível, mas é muito útil em combates urbanos.




O motorista dispõem de 3 periscópios, podendo ser instalados períscópios com intensificador de visão noturna binocular. O posto do comandante dispõem de holofote infravermelho removível com dispositivo binocular com ampliação e modo dia/noite para 400 metros e radiocomunicador. A torre é de operação elétrica e seu giro é prejudicado pela posição do holofote, que requer a elevação da arma principal para ser feito. Quando a arma está apontada para trás impede a abertura das escotilhas da tropa. O atirador dispõem de periscópio dual dia/noite com ampliação 6x e intensificador noturno, telêmetro ótico e holofote infravermelho/luz branca. 

O armamento consiste em um canhão de baixa pressão 2A28 Grom de 73 mm de operação semi-automática para alvejar veículos até 700 m  com cadência de 8 a 10 TPM, que deve retornar a elevação de 3° após cada disparo para carregamento se o carregador automático for usado, e sua munição PG-15V pode penetrar blindagens de até 350 mm. A muniçãp PG-9 modernizada pode penetrar até 400 mm a até 500 m. O OG-15V tem o dobro da carga do PG-15V e é utilizado contra alvos macios ou tropas. Uma metralhadora PKT 7,62 mm é monta coaxialmente ao canhão. Devido a ênfase ao fogo anticarro esta configuração de armamento não foi efetiva contra infantaria fortificada, devido ao limitado ângulo vertical da arma. Sobre o reparo do canhão montou-se o lançador para o ATGW 9M14 Malyutka (AT-3A Sagger A) para alvos entre 500 e 3000 m, de disparo diurno e com veículo parado. Carrega 2 cargas na torre e 2 no casco. A recarga das ATGW é problemática sob condições NBC, pois a abertura do compartimento pode contaminar o interior.



O veículo está potenciado com um motor diesel UDT-20 de 6 cilindros em V de 15,8 litros e 300 hp acoplado uma transmissão manual de 5 marchas com tanque de combustível de 462 litros que lhe proporciona um autonomia de 600 km. Pode cruzar a 65 km/h na estrada e 45 km/h fora dela. Supera obstáculos verticais de 0,7 m de trincheiras de 2,5 m. Pode operar a inclinações laterais de 25° e superar ladeiras de até 35º. Sua suspensão do tipo barras de torção apoiam 6 rodas de cada lado que distribuem o peso do carro sobre sua lagarta, com polia tratora a frente e tensora a ré, que exerce uma pressão sobre o solo de 0,6 kg/cm², podendo atravessar terreno pantanoso e neve. A relação potência/peso é 22,7 hp/ton.

Mede 6,73 m de comprimento, 2,94 m de largura de 2,068 m de altura. Pesa 13,2 ton e mede 0,37 m do solo.  A baixa silhueta e compacidade do veículo são um de seus pontos fortes a distribuição motor, compartimento da infantaria e depósitos de munição se tornaram padrão para muitos APCs/IFVs.  O tanque de combustível entre os assentos da infantaria os torna vulnerável a explosão deste e os tanques na porta traseira só devem ser usados em deslocamentos para aumentar o alcance. Em combate devem ser preenchidos com areia aumentando a proteção. A ausência de ar-condicionado torna sua operação complicada em climas quentes forçando a abertura das portas superiores, tornando a infanatria vulnerável a atiradores em posições superiores. Alguns modelos de exportação foram equipados.



Mais de 20.000 unidades foram produzidas na URSS e nas fábricas licenciadas da república Tcheca, Romênia e Índia. A China produziu uma versão não licenciada, cerca de 3.000 unidades.




Operadores

Abkhazia, Afeganistão, Albânia, Angola, Argélia, Azerbaijão, Belarus, Brunei, Bulgária, Camboja, China, Coréia do Norte, Costa do Marfim, Cuba, Egito, Eslováquia, Guiné Equatorial, Eritréia, Etiópia, Geórgia, Grécia, Hungria, Índia, Irã, Iraque, Israel, Kasaquistão, Líbia, Mongólia, Marrocos, Moçambique, Moldávia, Myannar, Ossétia do Sul, Polônia, Quirguistão, República Democrática do Congo, República Nagorno-Karabakh, República Tcheca,Romênia, Ruanda, Rússia, SADR, Sri-Lanka, Sudão, Síria, Tadjquistão, Turcomenistão, Ucrânia, Uruguai, Uzbequistão, Vietnam, Yemen.


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

M113 APC (29)



O M113 é um veículo blindado destinado ao transporte de pessoal (APC) desenvolvido no final da década de 1950 pela FMC baseado na experiência adquirida na Guerra da Coréia. Entrou em Serviço no US Army em 1961 substituindo os veículos M75 e M59 no US Army e desde entrão cerca de 85.000 unidades foram produzidas, sendo o veículo blindado mais numeroso já produzido, prestando serviço em mais de 50 países.

É construído em um casco estanque de alumínio balístico totalmente fechado, que lhe proporciona total flutuabilidade, sendo um veículo com capacidade anfíbia plena podendo cruzar águas calmas sem qualquer tipo de preparação, com sua couraça, débil para os dias atuais (12 a 38 mm), oferecendo proteção contra disparos de 7,62 mm e estilhaços de artilharia. Esta construção lhe confere um peso baixo, possibilitando o uso de motor pouco potente e possibilitando o transporte grande carga útil em terreno difícil. Tem o motor montado na parte dianteira a direita com motorista a esquerda, transportando além do motorista e comandante do carro/metralhador um grupo de combate reforçado de até 11 integrantes, que podem deixar o veículo por um rampa traseira dotada de uma porta de emergência, além de escotilhas no teto. Sua impulsão em meio aquático se dá pelo giro de suas lagartas.

Seu armamento é uma metralhadora de 12,7 mm montada na torre do comandante que pode fazer fogo tanto terrestres quanto antiaéreo,  insuficiente para prover apoio a infantaria no campo de batalha dos dias atuais, sendo mais adequada para ações de autodefesa. Apesar de sua longevidade não atende mais as demandas da guerra moderna, estando relegado em exércitos mais abastados a tarefas secundárias, podendo no entanto cumprir um sem número de tarefas que não exijam grande resistência ao atrito de combate do século XXI.





As primeiras unidades estavam motorizadas com uma unidade Chrysler 75M a gasolina de 209 hp acoplada a uma transmissão GM manual, que lhe proporcionava boa mobilidade sobre areia, neve ou lama. A gasolina não é um bom combustível para um veículo militar devido a facilidade com que incendeia. Em 1964 evoluiu para a versão A1 com a motorização a diesel 6V53 de 6 cilindro e 212 hp. A versão A2 de 1979 teve aperfeiçoamentos no sistema de refrigeração do motor e suspensão reforçada. Em 1986 surgiu a versão A3 com casco mais longo, blindagem melhorada resistindo impactos de 12,7 mm, tanques de combustível na parte traseira montadas externamente e igualmente couraçados, motor mais potente de 275 hp.

Participou das guerras do Vietnam (1955-1975), Yon Kippur (1973), Invasão do Panamá (1989-1990), Irã-Iraque (1980-1988), Libertação do Kwait (1991), Kosovo (1998-1999), Afeganistão (2001-) e Ocupação do Iraque (2003-2011), e outros conflitos menores.

Mede 4,86 m de comprimento; 2,69 m de largura e 2,2 m de altura. Pesa 12,3 ton em condições de combate e 10,8 ton vazio, exercendo uma pressão sobre o solo de 7,5 a 8,6 psi. Transporta 2 tripulantes mais 11 infantes em condições de combate. Atinge 66 km/h em terra e 5,8 km/h na água; pode transpor declives de 60% e cruzar por inclinação lateral de 40%; podendo transpor trincheiras de 1,68 m, obstáculos verticais de 0,61 m medido 0,4 m a partir do solo. Em sua versão padrão atual (A3) está motorizado com uma unidade Detroit Diesel 6V53T de 5,2 litros com 275 hp e uma relação potência/peso de 20,2 hp/ton acoplado a uma transmissão automática Allison X200-4B. Seu tanque comporta 360 litros que lhe permite cruzar 483 km sem reabastecimento. A suspensão é do tipo barras de torção e apoia o carro sobre 5 pares de rodas. Estes dados referem-se a versão básica norte-americana podendo variar em cada país usuário de acordo com as modificações implementadas, pois seus usuários promoveram variadas atualizações de meia vida em suas indústrias locais, existindo hoje um grande número de configurações.




A família M113 deu origem a 12 versões originais: M58 e M1059 geradores de fumaça; M106, M125 e M1064 porta-morteiros; M113 ambulância;M548 e M1108 cargueiros, este último é a base do sistema MLRS dos EUA; M577 e M1068 postos de comando; M730 SAM Chaparral; M901 ATGW Tow; M981 Observador Avançado; M163 Vulcan AAé; M667 Míssil Lance;entre outras.

O Brasil possui uma quantidade significativa destes blindados A1 e está modernizando (2015) 434 do exército para o padrão BAE Systems A2Mk1 com motor Detroit Diesel 6V53T Turbo de 265 hP e 30 dos fuzileiros navais para o padrão IMI-MB1 com motor Catterpilar C7 Turbo de 300hp, esta mais sofisticada e cara possibilitada pelo menor número de unidades.





Operadores: 
Afeganistão; Albânia; Alemanha; Arábia Saudita; Argentina; Austrália; Bahrain; Bangladesh; Bélgica; Bolívia; Bósnia Herzegovina; Brasil; Camboja; Canadá; Chile; Cingapura; Colômbia; Coréia do Sul; Dinamarca; Egito; Equador; Espanha; Estados Unidos; Etiópia; Filipinas; França; Grécia; Guatemala; Holanda; Iêmen; Irã; Iraque; Israel; Itália; Jordânia; Kuwait; Líbano; Líbia; Lituânia; Macedônia; Marrocos; Noruega; Nova Zelândia; Paquistão; Peru; Polônia; Portugal; República Democrática do Congo; Somália; Sudão; Suécia; Suíça; Tailândia; Taiwan; Tunísia; Uruguai; Vietnã; 


30

domingo, 13 de dezembro de 2015

VBCI - IFV (28)


O VBCI (vehicule de combat d'infanterie) é um blindado de combate de infantaria (IFV) sobre rodas 8x8, que desde 2008 vem substituindo o AMX10P no exército francês, do qual serão fornecidos um total de 700 unidades, sendo 550 unidade IFV e 150 unidades configuradas como posto de comando, fornecidos pelas indústrias Nexter GIAT e Renault Trucks. Outras configurações certamente surgirão com o passar do tempo.





Construído em aço soldado e alumínio para manter seu peso baixo, incorpora blindagem modular THD de aço-titânio, que pode ser restaurada em campanha, pesando 18 toneladas vazio e 28 toneladas a plena carga, possibilitando que seja transportado pelas aeronaves A400M (2 unidades) ou C130J e KC-390 (1 unidade). Protege seus embarcados de arrebentamentos de 155 mm e armas leves com sua armadura básica, além de armas anticarro com a adição de placas modulares, com sua parte inferior projetada para direcionar o assédio de minas anticarro e IEDs. Possui um dos mais altos níveis de proteção entre as viaturas 8x8 e uma margem de peso adicional significativa permitindo que novas tecnologias de proteção atuais ou futuras sejam adicionadas.




Embora seu trem de rodagem seja baseado em pneus, foi projetado para acompanhar o MBT Leclerc em campanha, proporcionando conforto a sua guarnição mesmo em deslocamentos a altas velocidades. Transporta uma guarnição de onze integrantes, sendo um motorista mais um comandante/artilheiro da arma orgânica da viatura mais um grupo de combate de 9 infantes, que podem desembarcar por uma rampa hidráulica a sua retaguarda. Salientamos que um blindado sobre rodas não acompanha um sobre lagartas em todas as situações, como naquelas com grande número de obstáculos, principalmente em ambiente urbano.




Está artilhado com uma torreta DRAGAR com canhão automático de 25 mm M811 e uma metralhadora de 7,62 mm, lançadores de fumígenos e Flares LIRE. Dispõem de visor optrônico, câmera termográfica, telêmetro laser e vídeo acoplados aos sistemas de pontaria da arma. Mede 7,6 m de comprimento; 2,2 m de altura, 2,98 m de largura e 0,5 m de distância do solo. Seu trem de força é impulsionado por um motor diesel Volvo-Renault D12 6 cilindros de 550 hp acoplado a uma transmissão automática ZF de 7+2 velocidades que lhe proporciona uma velocidade de 100 km/h na estrada, e um cruzeiro de até 750 km sem reabastecimento. Pode vadear até 1,2 m sem preparação ou 1,5 com preparação.




Possui sistemas de gerenciamento tático, proteção contra ameaças NBC, ar condicionado e gerenciamento da pressão dos pneus.

Já atuou no Líbano e Afeganistão, demonstrando sua capacidade de operar em variados tipos de terrenos e condições meteorológicas extremas em condição de combate real, destacando-se a operação em condições desérticas onde cobriu mais de 4200 km a temperaturas de 50° sem falhas. Possui ainda elevada mobilidade tática, operacional e estratégica devido ao seu baixo peso, podendo se deslocar grandes distâncias sem o apoio de pranchas transportadoras.